📖 Coletânea de Poemas
A Alegria no Coração
Publicado em 03/03/2026 18:53 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem uma promessa,
Um sopro de primavera, uma mão que acaricia.
Félicité avança, e seu passo é leve,
Como um raio de abril no meio do pomar.
Ela não é a felicidade que passa e se vai,
Mas a chama obstinada que desafia toda noite.
É a força tranquila, a fé que permanece de pé,
O sorriso que cura e que tudo transforma.
Amanhã, quando a manhã se tingir de doçura,
Diremos seu nome como quem colhe uma flor.
Para todas as Félicité, semeadoras de vida,
Que o caminho seja belo e a alma, encantada.
Pois além das sombras e do vento que se agita,
É a alegria mais pura que seu nome nos convida.
Um sopro de primavera, uma mão que acaricia.
Félicité avança, e seu passo é leve,
Como um raio de abril no meio do pomar.
Ela não é a felicidade que passa e se vai,
Mas a chama obstinada que desafia toda noite.
É a força tranquila, a fé que permanece de pé,
O sorriso que cura e que tudo transforma.
Amanhã, quando a manhã se tingir de doçura,
Diremos seu nome como quem colhe uma flor.
Para todas as Félicité, semeadoras de vida,
Que o caminho seja belo e a alma, encantada.
Pois além das sombras e do vento que se agita,
É a alegria mais pura que seu nome nos convida.
O Príncipe da Paz
Publicado em 03/03/2026 18:47 - Autor : Wapinou
Há neste nome como um eco do Norte,
Um sopro de cristal que desafia o destino.
Casimir avançava, príncipe de coração luminoso,
Preferindo o silêncio às fúrias da guerra.
Sob a púrpura e o arminho, buscava a justiça,
Fazendo da sua juventude um humilde sacrifício.
Não amava o orgulho, nem o brilho das coroas,
Mas a mão que se estende e a alma que se entrega.
Amanhã, quando março despertar num arrepio de gelo,
É a sua doçura de viver que ele nos convida a seguir.
Para todos os Casimir, construtores de pontes,
Que a festa ressoe no fundo dos horizontes.
Pois a verdadeira realeza não está nas conquistas,
Mas na paz da noite, longe do ruído das tempestades.
Um sopro de cristal que desafia o destino.
Casimir avançava, príncipe de coração luminoso,
Preferindo o silêncio às fúrias da guerra.
Sob a púrpura e o arminho, buscava a justiça,
Fazendo da sua juventude um humilde sacrifício.
Não amava o orgulho, nem o brilho das coroas,
Mas a mão que se estende e a alma que se entrega.
Amanhã, quando março despertar num arrepio de gelo,
É a sua doçura de viver que ele nos convida a seguir.
Para todos os Casimir, construtores de pontes,
Que a festa ressoe no fundo dos horizontes.
Pois a verdadeira realeza não está nas conquistas,
Mas na paz da noite, longe do ruído das tempestades.
O Sopro de Guénolé
Publicado em 02/03/2026 18:36 - Autor : Wapinou
À beira do mundo, onde a Armor se rasga,
Há um nome que canta e que sabe nos sorrir.
Guénolé avança sobre a areia molhada,
O coração em armadura, vestido de sal.
Ele ergueu muros contra o vento do Atlântico,
Misturando a pedra bruta a um sonho místico.
Entre a terra e o rio, no vale florido do Aulne,
Ele curou as almas e acalmou as dores.
Amanhã, três de março, quando o mar recuar,
Ouve-se nas ondas como um doce suspiro.
É o santo da aurora, o vigia da costa,
Que nos oferece uma trégua, uma palavra elevada.
Para todos os Guénolé, para os corações de granito,
Que a festa seja bela e que toda sombra se dissipe.
Há um nome que canta e que sabe nos sorrir.
Guénolé avança sobre a areia molhada,
O coração em armadura, vestido de sal.
Ele ergueu muros contra o vento do Atlântico,
Misturando a pedra bruta a um sonho místico.
Entre a terra e o rio, no vale florido do Aulne,
Ele curou as almas e acalmou as dores.
Amanhã, três de março, quando o mar recuar,
Ouve-se nas ondas como um doce suspiro.
É o santo da aurora, o vigia da costa,
Que nos oferece uma trégua, uma palavra elevada.
Para todos os Guénolé, para os corações de granito,
Que a festa seja bela e que toda sombra se dissipe.
A Nobreza do Coração
Publicado em 01/03/2026 10:17 - Autor : Wapinou
Charles, teu nome ressoa como um eco da história,
Trazendo em seus reflexos uma glória humilde e verdadeira.
Não é o poder nem o brilho das coroas,
Mas a mão que estendes, o tempo que ofereces.
O “Bom” não é apenas um título do passado,
É um caminho de vida, um sulco bem traçado.
Neste dia da tua festa, recebe esta homenagem:
A bondade é uma força que atravessa os tempos.
Que teu coração permaneça aberto, que tua alma seja orgulhosa,
Guiando teus passos serenos longe de toda poeira.
Charles, pilar de paz num mundo que ressoa,
Tua luz é um bálsamo no meio da roda.
Trazendo em seus reflexos uma glória humilde e verdadeira.
Não é o poder nem o brilho das coroas,
Mas a mão que estendes, o tempo que ofereces.
O “Bom” não é apenas um título do passado,
É um caminho de vida, um sulco bem traçado.
Neste dia da tua festa, recebe esta homenagem:
A bondade é uma força que atravessa os tempos.
Que teu coração permaneça aberto, que tua alma seja orgulhosa,
Guiando teus passos serenos longe de toda poeira.
Charles, pilar de paz num mundo que ressoa,
Tua luz é um bálsamo no meio da roda.
O Brilho da Aurora
Publicado em 27/02/2026 17:08 - Autor : Wapinou
Aubin, o teu nome ressoa como um primeiro raio,
Que vem perfurar a noite com a sua clara oração.
Ele traz em si o eco das manhãs cheias de promessas,
Onde o mundo desperta em doces carícias.
Tu és aquele que caminha adiantando o dia,
Levando no teu espírito a paz e o amparo.
Neste dia da tua festa, recebe esta claridade,
O reflexo de uma vida marcada pela bondade.
Que o teu caminho seja branco, sem sombra nem entrave,
Como um céu de primavera, ao mesmo tempo puro e grave.
Aubin, guarda sempre esse olhar de cristal,
Que transforma o inverno num canto triunfal.
Que vem perfurar a noite com a sua clara oração.
Ele traz em si o eco das manhãs cheias de promessas,
Onde o mundo desperta em doces carícias.
Tu és aquele que caminha adiantando o dia,
Levando no teu espírito a paz e o amparo.
Neste dia da tua festa, recebe esta claridade,
O reflexo de uma vida marcada pela bondade.
Que o teu caminho seja branco, sem sombra nem entrave,
Como um céu de primavera, ao mesmo tempo puro e grave.
Aubin, guarda sempre esse olhar de cristal,
Que transforma o inverno num canto triunfal.
O Eco da Cidade Eterna
Publicado em 27/02/2026 16:57 - Autor : Wapinou
Romain, o teu nome ressoa como mármore antigo,
Trazendo em si o eco de um destino soberano.
Feito para os cumes, para as estradas de pedra,
Caminhas com passo seguro, longe da poeira.
Há na tua alma uma cidade que desperta,
Uma força tranquila com lampejos de maravilha.
Neste dia da tua festa, recebe estes versos,
Como um sopro de paz no coração do inverno.
Que as colunas de sombra se apaguem sob os teus passos,
Para deixar a luz guiar as tuas futuras batalhas.
Sê o mestre das tuas próprias vitórias,
E grava o teu sorriso no frontão da história.
Trazendo em si o eco de um destino soberano.
Feito para os cumes, para as estradas de pedra,
Caminhas com passo seguro, longe da poeira.
Há na tua alma uma cidade que desperta,
Uma força tranquila com lampejos de maravilha.
Neste dia da tua festa, recebe estes versos,
Como um sopro de paz no coração do inverno.
Que as colunas de sombra se apaguem sob os teus passos,
Para deixar a luz guiar as tuas futuras batalhas.
Sê o mestre das tuas próprias vitórias,
E grava o teu sorriso no frontão da história.
A Luz de Honorine
Publicado em 25/02/2026 19:03 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem um perfume de mistério,
Como um segredo guardado no fundo da pálpebra.
Honorine, em teu sopro, ouve-se a claridade,
O sussurro de um mundo cheio de dignidade.
Teu nome é um hino à graça antiga,
Uma mão que se estende, uma alma que ampara.
Neste dia da tua festa, quando o inverno se alonga,
Quando a terra estremece antes de tudo florescer,
Vê-se em teu olhar esse sol que irrompe,
Afastando as sombras cinzentas e todo vento de suplício.
És dessas belezas que o tempo não murcha,
Pois tua honra reside no coração do teu espírito.
Que as horas sejam doces, que teu caminho seja belo,
Como um verso de poeta escrito sobre um quadro.
Santa Honorine brilha e nos mostra o caminho:
O da ternura e do puro esplendor da alegria.
Como um segredo guardado no fundo da pálpebra.
Honorine, em teu sopro, ouve-se a claridade,
O sussurro de um mundo cheio de dignidade.
Teu nome é um hino à graça antiga,
Uma mão que se estende, uma alma que ampara.
Neste dia da tua festa, quando o inverno se alonga,
Quando a terra estremece antes de tudo florescer,
Vê-se em teu olhar esse sol que irrompe,
Afastando as sombras cinzentas e todo vento de suplício.
És dessas belezas que o tempo não murcha,
Pois tua honra reside no coração do teu espírito.
Que as horas sejam doces, que teu caminho seja belo,
Como um verso de poeta escrito sobre um quadro.
Santa Honorine brilha e nos mostra o caminho:
O da ternura e do puro esplendor da alegria.





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