📖 Coletânea de Poemas
O Caminho de Emaús
Publicado em 31/03/2026 17:12 - Autor : Wapinou
Há amanhãs que trazem o orvalho,
Uma promessa de vida sobre a terra em chamas.
A Segunda-feira de Páscoa avança, como quem parte em viagem,
Deixando para trás o sudário e a tempestade.
Caminhamos pela estrada, com o coração ainda pesado,
Sem ver que o invisível acompanha o nosso amor.
É o tempo dos caminhos onde nos reencontramos,
Onde, sob o vento leve, cada ferida se abre.
Pois a pedra rolou, o silêncio morreu,
E no vazio das mãos, o desejo floresceu.
Sob o novo sol, sob a seiva que sobe,
Esquecemos os fracassos e as antigas vergonhas.
Partilhamos o pão, provamos o vinho fresco,
Saboreando na existência os seus mais doces segredos.
É uma carne de alegria, uma pele de luz,
Que zomba do frio e da noite passada.
Amanhã, ergamos a taça a este despertar dos sentidos,
À força do laço, à imensa esperança.
Para todos os viajantes, os vivos, os de pé,
Que a festa seja bela, para além de tudo.
Uma promessa de vida sobre a terra em chamas.
A Segunda-feira de Páscoa avança, como quem parte em viagem,
Deixando para trás o sudário e a tempestade.
Caminhamos pela estrada, com o coração ainda pesado,
Sem ver que o invisível acompanha o nosso amor.
É o tempo dos caminhos onde nos reencontramos,
Onde, sob o vento leve, cada ferida se abre.
Pois a pedra rolou, o silêncio morreu,
E no vazio das mãos, o desejo floresceu.
Sob o novo sol, sob a seiva que sobe,
Esquecemos os fracassos e as antigas vergonhas.
Partilhamos o pão, provamos o vinho fresco,
Saboreando na existência os seus mais doces segredos.
É uma carne de alegria, uma pele de luz,
Que zomba do frio e da noite passada.
Amanhã, ergamos a taça a este despertar dos sentidos,
À força do laço, à imensa esperança.
Para todos os viajantes, os vivos, os de pé,
Que a festa seja bela, para além de tudo.
A Calma de Irene
Publicado em 31/03/2026 17:05 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem o silêncio dos cumes,
Uma trégua oferecida no meio dos abismos.
Irene avança, com passo de pomba,
Trazendo no olhar aquilo que o dia entrega.
Ela não é fuga, ela é resistência,
Aquela que dá ao vazio uma imensa presença.
É uma mão de seda sobre uma fronte de dor,
Um bálsamo de clareza na noite do sofrimento.
Mas sob essa calma pura, sob essa paz aprendida,
Pressente-se um fogo que nenhum vento despreza.
Pois Irene é a terra que recebe a semente,
O corpo que se entrega e o coração que começa.
Ela é o repouso após a longa luta,
O canto que se eleva no momento da queda.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de harmonia,
À força do laço, à alma rejuvenescida.
Para todas as Irenes, as sábias, as amantes,
Que a festa seja doce e a noite vibrante.
Uma trégua oferecida no meio dos abismos.
Irene avança, com passo de pomba,
Trazendo no olhar aquilo que o dia entrega.
Ela não é fuga, ela é resistência,
Aquela que dá ao vazio uma imensa presença.
É uma mão de seda sobre uma fronte de dor,
Um bálsamo de clareza na noite do sofrimento.
Mas sob essa calma pura, sob essa paz aprendida,
Pressente-se um fogo que nenhum vento despreza.
Pois Irene é a terra que recebe a semente,
O corpo que se entrega e o coração que começa.
Ela é o repouso após a longa luta,
O canto que se eleva no momento da queda.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de harmonia,
À força do laço, à alma rejuvenescida.
Para todas as Irenes, as sábias, as amantes,
Que a festa seja doce e a noite vibrante.
O Escriba de Isidoro
Publicado em 31/03/2026 17:01 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem tinta e pergaminho,
Um traço de pena no fundo da mão.
Isidoro avança, com a mente como um farol,
Salvando do naufrágio aquilo que o tempo dispersa.
Ele é o mestre de obra, o escriba das cidades,
Que ergue muralhas de palavras e verdades.
Mas sob o peso dos livros, sob a calma das leis,
Pressente-se um arrepio, uma voz secreta.
Pois Isidoro é o homem que sabe que tudo se apaga,
Se o sopro do coração não deixa nenhuma marca.
Ele não busca o ouro, busca a luz,
Aquela que torna o humano maior que o seu pó.
É uma mão que escreve, um desejo que se ordena,
Um amor pela vida que o saber coroa.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de exceção,
A esta sede de aprender, a esta paixão.
Para todos os Isidoros, os sábios, os vigilantes,
Que a festa seja vasta, ao ritmo das alturas.
Pois o verdadeiro conhecimento, além dos discursos,
É abrir cada página ao vento dos seus amores.
Um traço de pena no fundo da mão.
Isidoro avança, com a mente como um farol,
Salvando do naufrágio aquilo que o tempo dispersa.
Ele é o mestre de obra, o escriba das cidades,
Que ergue muralhas de palavras e verdades.
Mas sob o peso dos livros, sob a calma das leis,
Pressente-se um arrepio, uma voz secreta.
Pois Isidoro é o homem que sabe que tudo se apaga,
Se o sopro do coração não deixa nenhuma marca.
Ele não busca o ouro, busca a luz,
Aquela que torna o humano maior que o seu pó.
É uma mão que escreve, um desejo que se ordena,
Um amor pela vida que o saber coroa.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de exceção,
A esta sede de aprender, a esta paixão.
Para todos os Isidoros, os sábios, os vigilantes,
Que a festa seja vasta, ao ritmo das alturas.
Pois o verdadeiro conhecimento, além dos discursos,
É abrir cada página ao vento dos seus amores.
A Estatura de Ricardo
Publicado em 31/03/2026 16:55 - Autor : Wapinou
Há nomes que soam como um estandarte,
Um eco de coragem no meio da névoa.
Ricardo avança com passo de conquistador,
A fronte marcada pela sombra e pelos ventos cortantes.
Ele tem a força bruta dos carvalhos antigos,
Mas sua alma conhece os abismos da oração.
É um guia de ferro com olhar de doçura,
Que sabe que a vitória é um grito de pudor.
Sob a armadura de couro ou o pano de veludo,
Pressente-se um sangue nobre, um amante dos dias.
Pois Ricardo é aquele que não se curva,
Mesmo quando o destino o esmaga ou o fere.
Ele é a rocha antiga que o relâmpago partiu,
A testemunha de uma fé que se julgava perdida.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de retidão,
Ao homem que permanece de pé em sua dor.
Para todos os Ricardos, os sábios, os guerreiros,
Que a festa seja sincera, longe de louros vazios.
Pois a verdadeira força, ao fim do longo caminho,
É saber oferecer a própria força ao próximo.
Um eco de coragem no meio da névoa.
Ricardo avança com passo de conquistador,
A fronte marcada pela sombra e pelos ventos cortantes.
Ele tem a força bruta dos carvalhos antigos,
Mas sua alma conhece os abismos da oração.
É um guia de ferro com olhar de doçura,
Que sabe que a vitória é um grito de pudor.
Sob a armadura de couro ou o pano de veludo,
Pressente-se um sangue nobre, um amante dos dias.
Pois Ricardo é aquele que não se curva,
Mesmo quando o destino o esmaga ou o fere.
Ele é a rocha antiga que o relâmpago partiu,
A testemunha de uma fé que se julgava perdida.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de retidão,
Ao homem que permanece de pé em sua dor.
Para todos os Ricardos, os sábios, os guerreiros,
Que a festa seja sincera, longe de louros vazios.
Pois a verdadeira força, ao fim do longo caminho,
É saber oferecer a própria força ao próximo.
O Brilho de Sandrine
Publicado em 31/03/2026 16:49 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem o sal e o azul,
Um sopro de cristal num mundo demasiado duro.
Sandrine avança com passo de liberdade,
Trazendo no olhar o brilho da clareza.
Ela tem a força suave das ondas na areia,
Uma mão que protege, uma alma inesgotável.
Mas sob essa calma azul, sob essa fronte soberana,
Pressente-se um fogo, um desejo clandestino.
Pois Sandrine é a terra onde a seiva persiste,
Uma flor de rocha, selvagem e citadina.
Ela não procura o abrigo das altas torres,
Ela vive o instante, o risco e os amores.
É uma pele de nácar que o sol acaricia,
Misturando ao seu rigor uma ternura discreta.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de luz,
À vida que se inflama, à vida inteira.
Para todas as Sandrines, as rebeldes, as amigas,
Que a festa seja intensa e a sua alma indomável.
Um sopro de cristal num mundo demasiado duro.
Sandrine avança com passo de liberdade,
Trazendo no olhar o brilho da clareza.
Ela tem a força suave das ondas na areia,
Uma mão que protege, uma alma inesgotável.
Mas sob essa calma azul, sob essa fronte soberana,
Pressente-se um fogo, um desejo clandestino.
Pois Sandrine é a terra onde a seiva persiste,
Uma flor de rocha, selvagem e citadina.
Ela não procura o abrigo das altas torres,
Ela vive o instante, o risco e os amores.
É uma pele de nácar que o sol acaricia,
Misturando ao seu rigor uma ternura discreta.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de luz,
À vida que se inflama, à vida inteira.
Para todas as Sandrines, as rebeldes, as amigas,
Que a festa seja intensa e a sua alma indomável.
O Cume de Hugo
Publicado em 31/03/2026 16:39 - Autor : Wapinou
Há nomes que sobem aos mais altos maciços,
Longe do ruído das planícies e das palavras fugazes.
Hugo avança, trazendo o azul nas têmporas,
Como um vigia da noite que reacende as lâmpadas.
Ele tem a fronte severa dos construtores da paz,
Mas o seu olhar se inflama no segredo das florestas.
É um príncipe das alturas que prefere a pedra,
A cela estreita e a santa oração.
E, no entanto, sob o cilício, sob a túnica de linho,
Bate um sangue vivo, um desejo soberano.
Pois Hugo é aquele que não quer descer,
Antes de ensinar o seu coração a amar.
Ele é a rocha antiga que a nuvem roça,
O mestre do silêncio na passagem do tempo.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de altitude,
À força do laço, à bem-aventurança.
Para todos os Hugos, os sábios, os amantes,
Que a festa seja vasta, ao ritmo dos elementos.
Pois a verdadeira liberdade, acima dos abismos,
É ousar, por inteiro, habitar os próprios cumes.
Longe do ruído das planícies e das palavras fugazes.
Hugo avança, trazendo o azul nas têmporas,
Como um vigia da noite que reacende as lâmpadas.
Ele tem a fronte severa dos construtores da paz,
Mas o seu olhar se inflama no segredo das florestas.
É um príncipe das alturas que prefere a pedra,
A cela estreita e a santa oração.
E, no entanto, sob o cilício, sob a túnica de linho,
Bate um sangue vivo, um desejo soberano.
Pois Hugo é aquele que não quer descer,
Antes de ensinar o seu coração a amar.
Ele é a rocha antiga que a nuvem roça,
O mestre do silêncio na passagem do tempo.
Amanhã, ergamos a taça a este nome de altitude,
À força do laço, à bem-aventurança.
Para todos os Hugos, os sábios, os amantes,
Que a festa seja vasta, ao ritmo dos elementos.
Pois a verdadeira liberdade, acima dos abismos,
É ousar, por inteiro, habitar os próprios cumes.
A Fortuna de Benjamin
Publicado em 29/03/2026 09:25 - Autor : Wapinou
Há nomes que trazem a doçura da aurora,
Um perfume de inocência sob um véu delicado.
Benjamin avança, o último da linhagem,
Trazendo em si a esperança de uma mão escolhida.
É o filho do dia, o querido, o mais terno,
Aquele cujo olhar faz os corações se perderem.
Pois sob a aparência frágil, sob a calma de criança,
Bate um sangue rebelde, um sopro triunfante.
Benjamin é o fogo que arde sob a cinza,
Uma força selvagem que não se pode dominar.
Não é apenas uma sombra abrigada no lar,
É o grão de areia que não se pode esquecer.
É uma mão estendida, um desejo que desperta,
Uma promessa de vida que sussurra ao ouvido.
Amanhã, ergamos a taça a esse nome de luz,
À seiva que sobe, à vida por inteiro.
Para todos os Benjamin, os audazes, os amantes,
Que a festa seja intensa, vibrante de emoções.
Pois a verdadeira fortuna, além do ouro vão,
É ser, até ao fim, o mestre do próprio destino.
Um perfume de inocência sob um véu delicado.
Benjamin avança, o último da linhagem,
Trazendo em si a esperança de uma mão escolhida.
É o filho do dia, o querido, o mais terno,
Aquele cujo olhar faz os corações se perderem.
Pois sob a aparência frágil, sob a calma de criança,
Bate um sangue rebelde, um sopro triunfante.
Benjamin é o fogo que arde sob a cinza,
Uma força selvagem que não se pode dominar.
Não é apenas uma sombra abrigada no lar,
É o grão de areia que não se pode esquecer.
É uma mão estendida, um desejo que desperta,
Uma promessa de vida que sussurra ao ouvido.
Amanhã, ergamos a taça a esse nome de luz,
À seiva que sobe, à vida por inteiro.
Para todos os Benjamin, os audazes, os amantes,
Que a festa seja intensa, vibrante de emoções.
Pois a verdadeira fortuna, além do ouro vão,
É ser, até ao fim, o mestre do próprio destino.





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