📖 Coletânea de Poemas
A Forja do Fabrício
Publicado em 27/07/2026 11:07 - Autor : Wapinou
Há construtores de mãos firmes e orgulhosas,
Que abrem o seu caminho no ferro e na pedra.
Fabrício avança no vigésimo segundo dia de agosto,
Com a ferramenta firme na mão, traçando o seu próprio destino.
Forjou o seu nome na bigorna do tempo,
Sem jamais se curvar diante das lâminas do vento.
É o artesão da verdade, o criador da aurora,
Que prefere o trabalho honesto ao brilho ilusório do ouro.
Contudo, sob a firmeza de um gesto preciso,
Bate um coração nobre onde habita a coragem.
Porque Fabrício é a força da mão unida à firmeza da rocha,
Uma âncora segura sobre a terra queimada.
É carne de bronze, curtida pelo sol,
Um espírito perseverante que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de firmeza,
À força das mãos e à verdadeira grandeza.
Por todos os Fabrícios os fortes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que abrem o seu caminho no ferro e na pedra.
Fabrício avança no vigésimo segundo dia de agosto,
Com a ferramenta firme na mão, traçando o seu próprio destino.
Forjou o seu nome na bigorna do tempo,
Sem jamais se curvar diante das lâminas do vento.
É o artesão da verdade, o criador da aurora,
Que prefere o trabalho honesto ao brilho ilusório do ouro.
Contudo, sob a firmeza de um gesto preciso,
Bate um coração nobre onde habita a coragem.
Porque Fabrício é a força da mão unida à firmeza da rocha,
Uma âncora segura sobre a terra queimada.
É carne de bronze, curtida pelo sol,
Um espírito perseverante que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de firmeza,
À força das mãos e à verdadeira grandeza.
Por todos os Fabrícios os fortes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Cristóvão, o Condutor
Publicado em 27/07/2026 11:02 - Autor : Wapinou
Há ombros largos talhados no granito,
Que desafiam as correntes e as águas proibidas.
Cristóvão avança no vigésimo primeiro dia de agosto,
Com o corpo forte como um carvalho no meio do caminho.
Carregou homens, fardos e grandes pesos,
Em noites de tempestade, quando a fé parecia perdida.
É o gigante dos vaus, o guardião das passagens,
Que não teme nem o rio nem a fúria das tempestades.
Contudo, sob a imponência do corpo e a força dos braços,
Vibra uma seiva terna que jamais se esgota.
Porque Cristóvão é a rocha no meio da corrente,
Uma força de firmeza diante das lâminas do vento.
É carne de bronze que nenhuma torrente consegue quebrar,
Um condutor de coragem no coração da terra cinzenta.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de titã,
À força do peito e ao sol resplandecente.
Por todos os Cristóvãos os fortes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que desafiam as correntes e as águas proibidas.
Cristóvão avança no vigésimo primeiro dia de agosto,
Com o corpo forte como um carvalho no meio do caminho.
Carregou homens, fardos e grandes pesos,
Em noites de tempestade, quando a fé parecia perdida.
É o gigante dos vaus, o guardião das passagens,
Que não teme nem o rio nem a fúria das tempestades.
Contudo, sob a imponência do corpo e a força dos braços,
Vibra uma seiva terna que jamais se esgota.
Porque Cristóvão é a rocha no meio da corrente,
Uma força de firmeza diante das lâminas do vento.
É carne de bronze que nenhuma torrente consegue quebrar,
Um condutor de coragem no coração da terra cinzenta.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de titã,
À força do peito e ao sol resplandecente.
Por todos os Cristóvãos os fortes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Força do Bernardo
Publicado em 27/07/2026 10:57 - Autor : Wapinou
Há filhos da rocha com o fôlego dos gigantes,
Que erguem cidades no meio do vazio.
Bernardo avança orgulhoso no vigésimo dia de agosto,
Com palavras firmes, abrindo caminho por onde passa.
Traz o sangue dos ursos e a firmeza das rochas,
Sabendo manter o leme mesmo no meio das tempestades.
É o construtor da aurora, o mestre das florestas,
Que nunca baixa a cabeça diante dos grandes desafios.
Contudo, sob o rigor de um espírito de aço,
Bate um coração vibrante, um fogo monumental.
Porque Bernardo é a seiva enraizada no tempo,
Uma força tranquila que permanece na linha da frente.
É carne de bronze com um olhar de sol,
Um apelo ao orgulho que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
Ao poder da palavra e à verdadeira grandeza.
Por todos os Bernardos os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que erguem cidades no meio do vazio.
Bernardo avança orgulhoso no vigésimo dia de agosto,
Com palavras firmes, abrindo caminho por onde passa.
Traz o sangue dos ursos e a firmeza das rochas,
Sabendo manter o leme mesmo no meio das tempestades.
É o construtor da aurora, o mestre das florestas,
Que nunca baixa a cabeça diante dos grandes desafios.
Contudo, sob o rigor de um espírito de aço,
Bate um coração vibrante, um fogo monumental.
Porque Bernardo é a seiva enraizada no tempo,
Uma força tranquila que permanece na linha da frente.
É carne de bronze com um olhar de sol,
Um apelo ao orgulho que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
Ao poder da palavra e à verdadeira grandeza.
Por todos os Bernardos os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Forja d0 João Eudes
Publicado em 27/07/2026 10:50 - Autor : Wapinou
Há homens de coragem sem espada nem brasão,
Que enfrentam a peste e desafiam as estações.
João Eudes avança no décimo nono dia de agosto,
Com o coração por escudo no meio do caminho.
Viveu entre os esquecidos da sorte,
Defendendo os moribundos das garras da morte.
É o construtor da aurora, de sangue ardente e valente,
Que nunca recua quando o tufão ruge.
Contudo, sob o rigor do lutador incansável,
Vibra uma seiva terna, um amor inalterável.
Porque João Eudes é o fogo que ilumina a noite,
Um rochedo firme onde o medo desaparece.
É carne de bronze, curtida pelo sol,
Um grito de humanidade que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de valor,
À força de amar e à verdadeira grandeza.
Por todos os João Eudes os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que enfrentam a peste e desafiam as estações.
João Eudes avança no décimo nono dia de agosto,
Com o coração por escudo no meio do caminho.
Viveu entre os esquecidos da sorte,
Defendendo os moribundos das garras da morte.
É o construtor da aurora, de sangue ardente e valente,
Que nunca recua quando o tufão ruge.
Contudo, sob o rigor do lutador incansável,
Vibra uma seiva terna, um amor inalterável.
Porque João Eudes é o fogo que ilumina a noite,
Um rochedo firme onde o medo desaparece.
É carne de bronze, curtida pelo sol,
Um grito de humanidade que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de valor,
À força de amar e à verdadeira grandeza.
Por todos os João Eudes os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Claridade da Helena
Publicado em 27/07/2026 10:45 - Autor : Wapinou
Há nomes de aurora e de rainhas de ouro puro,
Que atravessam os séculos com um olhar firme e luminoso.
Helena avança no décimo oitavo dia de agosto,
Com a fronte coroada de luz, no meio do caminho.
Deixou o fausto e o orgulho dos palácios,
Para procurar a verdade entre a poeira e os czares.
É a mulher de grande sabedoria, a buscadora da Verdadeira Cruz,
Que não baixa a cabeça diante de nenhuma lei humana.
Contudo, sob a coroa e o brilho do poder,
Arde um coração apaixonado que afasta toda a escuridão.
Porque Helena é a tocha que dissipa a noite,
Uma força de firmeza que nada consegue destruir.
É carne de rainha com um sorriso luminoso,
Uma voz de claridade que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de luz,
À força de agir e à verdadeira dignidade.
Por todas as Helenas as livres, as amantes,
Que a festa seja bela e a noite cheia de emoção.
Que atravessam os séculos com um olhar firme e luminoso.
Helena avança no décimo oitavo dia de agosto,
Com a fronte coroada de luz, no meio do caminho.
Deixou o fausto e o orgulho dos palácios,
Para procurar a verdade entre a poeira e os czares.
É a mulher de grande sabedoria, a buscadora da Verdadeira Cruz,
Que não baixa a cabeça diante de nenhuma lei humana.
Contudo, sob a coroa e o brilho do poder,
Arde um coração apaixonado que afasta toda a escuridão.
Porque Helena é a tocha que dissipa a noite,
Uma força de firmeza que nada consegue destruir.
É carne de rainha com um sorriso luminoso,
Uma voz de claridade que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de luz,
À força de agir e à verdadeira dignidade.
Por todas as Helenas as livres, as amantes,
Que a festa seja bela e a noite cheia de emoção.
A Flor do Jacinto
Publicado em 27/07/2026 10:36 - Autor : Wapinou
Há nomes tecidos de tecido e sangue sob a flor,
Que atravessam os rios sem jamais conhecer o medo.
Jacinto avança no décimo sétimo dia de agosto,
Erguendo bem alto a luz no meio do caminho.
Enfrentou o fogo e as hordas do Norte,
Salvando o que era sagrado das garras da morte.
É o caminhante das estepes, o corredor dos grandes ventos,
Que nunca baixa a cabeça e permanece firme diante de tudo.
Contudo, sob a fúria do viajante incansável,
Bate o coração de um sonho indomável.
Porque Jacinto é o brilho da flor em plena tempestade,
A força que renasce no meio do naufrágio.
É carne de bronze com um olhar luminoso,
Um perfume de nobreza e de verdadeira dignidade.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de liberdade,
À força dos passos e à paixão mais pura.
Por todos os Jacintos os ardentes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que atravessam os rios sem jamais conhecer o medo.
Jacinto avança no décimo sétimo dia de agosto,
Erguendo bem alto a luz no meio do caminho.
Enfrentou o fogo e as hordas do Norte,
Salvando o que era sagrado das garras da morte.
É o caminhante das estepes, o corredor dos grandes ventos,
Que nunca baixa a cabeça e permanece firme diante de tudo.
Contudo, sob a fúria do viajante incansável,
Bate o coração de um sonho indomável.
Porque Jacinto é o brilho da flor em plena tempestade,
A força que renasce no meio do naufrágio.
É carne de bronze com um olhar luminoso,
Um perfume de nobreza e de verdadeira dignidade.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de liberdade,
À força dos passos e à paixão mais pura.
Por todos os Jacintos os ardentes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Força de Armel
Publicado em 23/07/2026 14:50 - Autor : Wapinou
Há filhos da Armórica de passo firme e sereno,
Que domam dragões sem sequer levantar a mão.
Armel avança livre no décimo sexto dia de agosto,
Com a imponência de um carvalho no meio do caminho.
Traz o sangue dos ursos e a serenidade das rochas,
Sabendo enfrentar a tempestade e a violência dos combates.
É o príncipe das florestas, o desbravador das terras,
Que abre o seu caminho longe dos artifícios vazios.
Contudo, sob a armadura e a casca selvagem,
Vibra um coração bondoso, protegido de todos os naufrágios.
Porque Armel é a seiva enraizada na Armórica,
Uma força de firmeza mais valiosa do que o ouro.
É carne de bronze com um olhar de sol,
Um gigante de orgulho que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
À força tranquila e à verdadeira grandeza.
Por todos os Armel os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que domam dragões sem sequer levantar a mão.
Armel avança livre no décimo sexto dia de agosto,
Com a imponência de um carvalho no meio do caminho.
Traz o sangue dos ursos e a serenidade das rochas,
Sabendo enfrentar a tempestade e a violência dos combates.
É o príncipe das florestas, o desbravador das terras,
Que abre o seu caminho longe dos artifícios vazios.
Contudo, sob a armadura e a casca selvagem,
Vibra um coração bondoso, protegido de todos os naufrágios.
Porque Armel é a seiva enraizada na Armórica,
Uma força de firmeza mais valiosa do que o ouro.
É carne de bronze com um olhar de sol,
Um gigante de orgulho que faz soar o despertar.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
À força tranquila e à verdadeira grandeza.
Por todos os Armel os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.






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