📖 Coletânea de Poemas
A Palavra do Domingos
Publicado em 23/07/2026 13:59 - Autor : Wapinou
Há viajantes de palavra clara e firme,
Que caminham sem escolta pelo caminho decisivo.
Domingos avança no oitavo dia de agosto,
Com poeira nas sandálias, abrindo o seu próprio caminho.
Deixou para trás os palácios, a opressão e a espada,
Movido apenas pelo desejo de uma palavra livre.
É o buscador da aurora, o guardião dos espíritos,
Que enfrenta a noite sem medo nem desprezo.
Contudo, sob o rigor de um pensamento firme como o ferro,
Vibra uma seiva ardente e um olhar de extraordinária clareza.
Porque Domingos é o impulso de uma verdade luminosa,
Um fogo da palavra enraizado na dignidade.
É homem de estrada e de convicção,
Um homem de nobreza e de verdadeira paixão.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de liberdade,
À força da palavra e ao poder da verdadeira razão.
Por todos os Domingos os livres, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que caminham sem escolta pelo caminho decisivo.
Domingos avança no oitavo dia de agosto,
Com poeira nas sandálias, abrindo o seu próprio caminho.
Deixou para trás os palácios, a opressão e a espada,
Movido apenas pelo desejo de uma palavra livre.
É o buscador da aurora, o guardião dos espíritos,
Que enfrenta a noite sem medo nem desprezo.
Contudo, sob o rigor de um pensamento firme como o ferro,
Vibra uma seiva ardente e um olhar de extraordinária clareza.
Porque Domingos é o impulso de uma verdade luminosa,
Um fogo da palavra enraizado na dignidade.
É homem de estrada e de convicção,
Um homem de nobreza e de verdadeira paixão.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de liberdade,
À força da palavra e ao poder da verdadeira razão.
Por todos os Domingos os livres, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Providência do Caetano
Publicado em 23/07/2026 13:55 - Autor : Wapinou
Há filhos de príncipes com um coração de ouro puro,
Que preferem a poeira do caminho ao esplendor dos palácios.
Caetano avança no sétimo dia de agosto,
Com as mãos estendidas aos pobres à beira da estrada.
Abandonou os seus títulos, as suas riquezas e a sua corte,
Para viver o presente sustentado por um amor imenso.
É o construtor da aurora, o guardião dos esquecidos,
Que recusa o lucro e os corações endurecidos.
Contudo, sob o fervor e a entrega total,
Arde uma força de alma impossível de vencer.
Porque Caetano é a rocha onde a fome encontra abrigo,
Um olhar de ternura no meio da noite.
É carne de ação e espírito de claridade,
Um homem de palavra, firme na sua dignidade.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
À força das mãos que jamais se curvam.
Por todos os Caetanos os ardentes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que preferem a poeira do caminho ao esplendor dos palácios.
Caetano avança no sétimo dia de agosto,
Com as mãos estendidas aos pobres à beira da estrada.
Abandonou os seus títulos, as suas riquezas e a sua corte,
Para viver o presente sustentado por um amor imenso.
É o construtor da aurora, o guardião dos esquecidos,
Que recusa o lucro e os corações endurecidos.
Contudo, sob o fervor e a entrega total,
Arde uma força de alma impossível de vencer.
Porque Caetano é a rocha onde a fome encontra abrigo,
Um olhar de ternura no meio da noite.
É carne de ação e espírito de claridade,
Um homem de palavra, firme na sua dignidade.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de nobreza,
À força das mãos que jamais se curvam.
Por todos os Caetanos os ardentes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Luz do Tabor
Publicado em 23/07/2026 13:49 - Autor : Wapinou
Há montanhas sagradas onde a carne se torna fogo,
Onde o homem feito de argila contempla a glória do céu.
No sexto dia de agosto, a montanha desperta,
Sob o esplendor de uma aurora vermelha e maravilhosa.
O véu foi rasgado no cume do mundo,
Revelando a luz escondida sob a matéria humana.
É o instante soberano em que o corpo se transfigura,
Quando a seiva divina atravessa o peito.
Contudo, sob esse brilho que deslumbra os olhos,
Permanece a nobre terra e o seu precioso sangue.
Porque a Transfiguração é a ascensão da própria vida,
A casca mortal atravessada pela graça infinita.
É carne de bronze transformada em sol,
Um chamamento sublime que desperta todas as almas.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste dia de deslumbramento,
À força de florescer e ao fogo dos elementos.
Por todos os que procuram a verdade absoluta,
Que a festa seja sincera no coração do pleno verão.
Onde o homem feito de argila contempla a glória do céu.
No sexto dia de agosto, a montanha desperta,
Sob o esplendor de uma aurora vermelha e maravilhosa.
O véu foi rasgado no cume do mundo,
Revelando a luz escondida sob a matéria humana.
É o instante soberano em que o corpo se transfigura,
Quando a seiva divina atravessa o peito.
Contudo, sob esse brilho que deslumbra os olhos,
Permanece a nobre terra e o seu precioso sangue.
Porque a Transfiguração é a ascensão da própria vida,
A casca mortal atravessada pela graça infinita.
É carne de bronze transformada em sol,
Um chamamento sublime que desperta todas as almas.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste dia de deslumbramento,
À força de florescer e ao fogo dos elementos.
Por todos os que procuram a verdade absoluta,
Que a festa seja sincera no coração do pleno verão.
O Sopro de Abel
Publicado em 23/07/2026 13:43 - Autor : Wapinou
Há nomes leves como uma fumaça de verão,
Que se elevam ao céu com toda a sua pureza.
Abel avança no quinto dia de agosto,
Com o olhar voltado para os cumes e o coração sem qualquer dúvida.
Guardou os rebanhos e o fogo das colinas,
Oferecendo a melhor parte com graça de criança.
É o pastor das planícies, o homem do primeiro amanhecer,
Que não conhece o fingimento e caminha sem desvios.
Contudo, sob a doçura de um ser aparentemente indefeso,
Vibra uma força viva e uma grande inocência.
Porque Abel é o sopro que o vento transporta,
Uma voz de justiça que jamais se cala.
É carne de seiva, um espírito de claridade,
Um perfume de nobreza no coração do verão.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de luz,
À força do justo e à plenitude da verdade.
Por todos os Abéis os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que se elevam ao céu com toda a sua pureza.
Abel avança no quinto dia de agosto,
Com o olhar voltado para os cumes e o coração sem qualquer dúvida.
Guardou os rebanhos e o fogo das colinas,
Oferecendo a melhor parte com graça de criança.
É o pastor das planícies, o homem do primeiro amanhecer,
Que não conhece o fingimento e caminha sem desvios.
Contudo, sob a doçura de um ser aparentemente indefeso,
Vibra uma força viva e uma grande inocência.
Porque Abel é o sopro que o vento transporta,
Uma voz de justiça que jamais se cala.
É carne de seiva, um espírito de claridade,
Um perfume de nobreza no coração do verão.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de luz,
À força do justo e à plenitude da verdade.
Por todos os Abéis os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
O Cura do Fogo
Publicado em 23/07/2026 13:32 - Autor : Wapinou
Há almas humildes de imenso silêncio,
Que carregam sobre os ombros todo o nosso sofrimento.
Jean-Marie avança no coração de agosto,
Trazendo no olhar um amor infinito.
Passou toda a sua vida na simplicidade da sua aldeia,
Escutando os corações despedaçados pelas tempestades da vida.
É o vigia da noite, o guardião das lágrimas,
Que desarma a terra recusando as armas.
Contudo, sob a batina gasta e o passo discreto,
Arde o fogo da forja, uma chama escondida.
Porque Jean-Marie é a união da água e da brasa,
Uma força firme onde a paz encontrou repouso.
É uma alma provada pelas dificuldades, de coração paciente,
Um farol de ternura para um mundo que sofre.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de retidão,
À força das mãos que curam as feridas.
Por todos os Jean-Marie os ardentes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que carregam sobre os ombros todo o nosso sofrimento.
Jean-Marie avança no coração de agosto,
Trazendo no olhar um amor infinito.
Passou toda a sua vida na simplicidade da sua aldeia,
Escutando os corações despedaçados pelas tempestades da vida.
É o vigia da noite, o guardião das lágrimas,
Que desarma a terra recusando as armas.
Contudo, sob a batina gasta e o passo discreto,
Arde o fogo da forja, uma chama escondida.
Porque Jean-Marie é a união da água e da brasa,
Uma força firme onde a paz encontrou repouso.
É uma alma provada pelas dificuldades, de coração paciente,
Um farol de ternura para um mundo que sofre.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de retidão,
À força das mãos que curam as feridas.
Por todos os Jean-Marie os ardentes, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
A Púrpura da Lídia
Publicado em 22/07/2026 11:24 - Autor : Wapinou
Há mulheres de olhar luminoso e espírito firme,
Que tecem na sombra uma liberdade orgulhosa.
Lídia avança no terceiro dia de agosto,
Com um gesto soberano, reinando sobre o seu caminho.
Trabalhou a púrpura, o comércio e o linho,
Sem jamais baixar a cabeça nem ceder ao destino.
É a construtora da aurora no coração das cidades,
Que abre o seu lar à verdadeira fraternidade.
Contudo, sob a nobreza e a serenidade do tecido,
Sente-se vibrar a seiva de uma coragem absoluta.
Porque Lídia é o tecido que nenhuma tempestade rasga,
Uma força de firmeza que guia cada passo.
É carne de graça e espírito de ação,
Uma rainha do mundo real, envolta em paixão.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de elegância,
À força de agir e à confiança serena.
Por todas as Lídias as livres, as amantes,
Que a festa seja bela e a noite cheia de emoção.
Que tecem na sombra uma liberdade orgulhosa.
Lídia avança no terceiro dia de agosto,
Com um gesto soberano, reinando sobre o seu caminho.
Trabalhou a púrpura, o comércio e o linho,
Sem jamais baixar a cabeça nem ceder ao destino.
É a construtora da aurora no coração das cidades,
Que abre o seu lar à verdadeira fraternidade.
Contudo, sob a nobreza e a serenidade do tecido,
Sente-se vibrar a seiva de uma coragem absoluta.
Porque Lídia é o tecido que nenhuma tempestade rasga,
Uma força de firmeza que guia cada passo.
É carne de graça e espírito de ação,
Uma rainha do mundo real, envolta em paixão.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de elegância,
À força de agir e à confiança serena.
Por todas as Lídias as livres, as amantes,
Que a festa seja bela e a noite cheia de emoção.
A Luz do Eymard
Publicado em 22/07/2026 11:08 - Autor : Wapinou
Há filhos da pedra, de mãos fortes e sinceras,
Que talham na noite a claridade das manhãs.
Julien Eymard avança sob o sol de agosto,
Com o passo firme dos artesãos no meio do caminho.
Guardou a marca e o gosto do trabalho,
O amor pelos humildes e a simplicidade.
É o guardião do pão, o defensor do calor humano,
Que recusa as falsas e vãs vaidades.
Contudo, sob o fervor do seu coração de artesão,
Arde um sangue de paixão, puro como um vulcão.
Porque Julien Eymard é a rocha e a chama,
Um alicerce firme onde o vento encontra repouso.
É carne de seiva com um olhar exigente,
Um farol de nobreza que eleva as almas.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de retidão,
À força do pão e à verdadeira marca da fé.
Por todos os Juliens os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.
Que talham na noite a claridade das manhãs.
Julien Eymard avança sob o sol de agosto,
Com o passo firme dos artesãos no meio do caminho.
Guardou a marca e o gosto do trabalho,
O amor pelos humildes e a simplicidade.
É o guardião do pão, o defensor do calor humano,
Que recusa as falsas e vãs vaidades.
Contudo, sob o fervor do seu coração de artesão,
Arde um sangue de paixão, puro como um vulcão.
Porque Julien Eymard é a rocha e a chama,
Um alicerce firme onde o vento encontra repouso.
É carne de seiva com um olhar exigente,
Um farol de nobreza que eleva as almas.
Amanhã, ergamos o copo em honra deste nome de retidão,
À força do pão e à verdadeira marca da fé.
Por todos os Juliens os íntegros, os amantes,
Que a festa seja sincera, ao ritmo dos elementos.






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